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  • 1 Post por Pouco Santa

Tópico: Pedro Dias entrega-se às autoridades depois de quase um mês em fuga

  1. #1
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    Norte, caragoooo!
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    Pedro Dias entrega-se às autoridades depois de quase um mês em fuga

    O suspeito dos crimes de Aguiar da Beira, Pedro João Dias, entregou-se esta terça-feira às autoridades depois de quase um mês em fuga, avançou a RTP.
    Pedro João Dias é suspeito da morte de um militar da GNR e de um civil, no passado dia 11 de outubro, e estava desde então em fuga.

    A GNR e a Polícia Judiciária mantiveram operações de busca em várias localidades dos concelhos de Arouca, São Pedro do Sul e Vila Real, mas sem sucesso.
    Pedro Dias disse à RTP que já se queria entregar há mais tempo, mas que receava não sobreviver. Na entrevista, garante não ter matado ninguém e acrescenta que o elemento da GNR que o abordou é o único a saber explicar o que aconteceu.
    Pedro João Dias recusa a ideia de estar em fuga e diz que apenas tentou sobreviver.
    Pedro Dias, conhecido como "Piloto", estava desaparecido desde 11 de outubro, data em que dois militares da GNR foram atingidos a tiro, em Aguiar da Beira, no distrito da Guarda. Um morreu e outro ficou ferido.
    Na mesma madrugada, um homem morreu e a mulher ficou gravemente ferida, também alvejados a tiro na viatura em que seguiam, em São Pedro do Sul, no distrito de Viseu.
    O suspeito entregou-se em Arouca, de onde nunca terá saído, e vai agora ser enviado para as instalações da Polícia Judiciária da Guarda. Deverá ser presente a um juiz de instrução criminal nas próximas 48 horas.


    Fonte
    Miguel_Webcam gosta disto.
    Sex is not the answer. Sex is the question. Yes is the answer.

  2. #2
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    O Mistério de Arouca...

  3. #3
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    Até q'enfim....

    E agora que fique bem preso...

    Mulher constituída arguida juntamente com suspeito dos crimes de Aguiar da Beira




    Uma mulher de 61 anos foi constituída arguida na sequência dos crimes de Aguiar da Beira, juntamente com o homem detido na terça-feira, que é suspeito de cinco crimes de homicídio qualificado, três deles na forma tentada, foi hoje anunciado.

    A Polícia Judiciária (PJ), através do Departamento de Investigação Criminal da Guarda, esclareceu em comunicado que o homem que andou fugido desde o dia 11 de outubro é também suspeito de dois crimes de sequestro, dois de roubo e um crime de furto.
    Na mesma nota hoje divulgada, refere que, para além da detenção do suspeito, foi também constituída e interrogada como arguida uma mulher, de 61 anos, “sobre a qual recaem fundadas suspeitas de favorecimento pessoal ao ora detido, em diferentes momentos subsequentes ao início de todo o ‘iter criminis’ que lhe é imputado”.
    Fonte da PJ adiantou à agência Lusa que a mulher constituída arguida é “amiga” do detido.
    A PJ refere que o homem que se entregou às autoridades em Arouca é suspeito da autoria de vários crimes de homicídio e outros, ocorridos desde 11 de outubro e terça-feira, em Aguiar da Beira (Guarda), Arouca (Aveiro) e Vila Real.
    Segundo a fonte, o detido, de 44 anos, é o presumível autor “de cinco crimes de homicídio qualificado, três dos quais na forma tentada, dois crimes de sequestro, pelo menos dois crimes de roubo e um crime de furto, entre outros, pendentes de melhor e mais cuidada averiguação”.













    “Ao longo de aproximadamente quatro semanas de investigação, em estreita colaboração operacional com a GNR, foi possível reconstruir parte substancial do itinerário de fuga empreendido pelo ora detido e recolher relevantes elementos indiciários relativos à vasta atividade delituosa que lhe é imputada”, indica a PJ.
    A detenção do suspeito, na terça-feira, “ocorreu na sequência de oportuna manifestação de vontade de entrega à PJ, realizada por intermédio da mandatária do ora detido, e concretizada em Arouca”, esclarece ainda a PJ.
    O detido, que está desde cerca das 03:00 de hoje no Estabelecimento Prisional da Guarda, irá ser presente às competentes autoridades judiciárias, para efeitos de primeiro interrogatório judicial e consequente submissão a adequadas medidas de coação.
    A 11 de Outubro, em Aguiar da Beira, duas pessoas morreram baleadas, um deles um militar da GNR, e outras três ficaram gravemente feridas.

    In: Mulher constituÃ*da arguida juntamente com suspeito dos crimes de Aguiar da Beira - Atualidade - SAPO 24
    Última edição de Hades : 09-11-2016 às 15:16


  4. #4
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    PEDRO DIAS RECUSA-SE A DAR AMOSTRA DE ADN À POLÍCIA

    O principal suspeito dos crimes em Aguiar da Beira, que se entregou na última terça-feira, está a ser ouvido naquele que é o primeiro interrogatório judicial, no Tribunal da Guarda, para aplicação de eventuais medidas de coação.

    Um mês depois de ter andado fugido, aquele que foi considerado o “homem mais procurado de Portugal” está hoje a ser ouvido por um juiz de instrução criminal no Tribunal da Guarda.
    Pedro Dias, o principal suspeito das mortes em Aguiar da Beira, chegou por volta das 11h00 da manhã, onde foi recebido por alguns populares e insultos. “Assassino” foram algumas das palavras ouvidas entre a multidão, escreve o Jornal de Notícias.
    O suspeito, que ficou conhecido por “Piloto”, decidiu entregar-se às autoridades na última terça-feira, um momento captado em direto pela RTP.
    Numa entrevista ao canal, o homem de 44 anos disse estar inocente e garante que não andou fugido, apenas lutou para “sobreviver” porque percebeu que os agentes da operação policial o iam matar quando o encontrassem.
    Aliás, foi isso mesmo que disse também ao Diário de Coimbra, afirmando que recebeu uma ameaça de morte de um GNR e de ter ouvido militares a dizerem que tinham de o matar “porque já estava a dar muito trabalho”.
    O suspeito assegura que este caso tem muitos equívocos mas remete mais explicações para o agente da GNR que ficou ferido.
    Ontem, uma mulher de 61 anos, alegadamente sua amiga, também foi constituída arguida por “suspeitas de favorecimento pessoal” ao detido.
    Suspeito recusou dar amostra de ADN

    Segundo o Correio da Manhã, Pedro Dias recusou-se a fornecer uma amostra de ADN à Polícia Judiciária. O objetivo da recusa poderá ser evitar que sejam feitos exames comparativos ao sangue recolhido no carro onde o GNR foi encontrado morto.
    O jornal escreve ainda que a sua irmã o protegeu durante o período em que esteve fugido e que estava sob escuta da PJ, bem como o resto da família.
    Andreia foi interrogada ontem pela polícia mas, segundo o Expresso, nunca poderá ser constituída arguida porque a lei não castiga familiares que ajudem suspeitos de crimes.
    De acordo com o artigo 367º do Código Penal, citado pelo semanário, além da irmã estão também protegidos “o cônjuge, os adotantes ou adotados, os parentes ou afins até ao segundo grau da pessoa em benefício da qual se atuou ou quem com esta viva em situação análoga à dos cônjuges”.
    Ainda segundo o semanário, a casa onde o suspeito esteve escondido já estava a ser vigiada há mais de uma semana, altura em que o Ministério Público emitiu um mandado de busca no local.
    Recorde-se que “Piloto” estava desaparecido desde 11 de outubro, dia em que dois militares da GNR foram atingidos a tiro. Um morreu e o outro ficou ferido.
    Na mesma madrugada, um casal que seguia numa viatura também foi alvejado. O homem acabou por falecer e a mulher está em estado grave. Um outro GNR ficou ferido, sem gravidade, durante a operação policial.
    Segundo a PJ da Guarda, o detido é suspeito da autoria de cinco crimes de homicídio qualificado, três dos quais na forma tentada, dois crimes de sequestro, pelo menos dois de roubo e um crime de furto.

    In: Pedro Dias recusa-se a dar amostra de ADN à polícia - ZAP

    ______________________
    Está com medo o menino??!?!?? Se recusa ainda mais suspeito se torna

  5. #5

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    Um dos homens mais perigosos que vi até hoje, daqueles que arrepiam até o melhor profissional tal a veia sociopata e psicopata que apresenta e ainda "vejo" ali traços de bipolaridade!...incrível, destes já não via vai para uns bons anos!!!...faz-me lembrar a personagem daquele excelente filme "A Raiz do Medo".

    Quanto ao ADN é um fait-divers para atrasar a investigação pois embora possa recusar a recolha em primeira instância já não o poderá fazer se essa recolha for solicitada pelo juiz...enfim!
    Última edição de H-Kente : 10-11-2016 às 16:46

  6. #6
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    Pedro Dias é também suspeito de crimes mais antigos



    Notícias sobre homicídios de Aguiar da Beira levaram DIAP de Lisboa a reabrir uma investigação – já arquivada – a um roubo no Alentejo. Nas buscas dos últimos dias a casa do suspeito e de familiares foram encontradas as peças de arte roubadas.
    Pedro Dias é suspeito de ter roubado diversas antiguidades de uma quinta no Alentejo há quatro anos. Após diversas buscas realizadas há dias na casa do suspeito dos crimes de Aguiar da Beira, as autoridades encontraram algumas das obras de arte que tinham sido furtadas em 2012 numa quinta do distrito de Évora. Entretanto, o inquérito do Departamento de Investigação e Ação Penal de Lisboa que estava já arquivado foi reaberto.
    Ao que o i apurou, as diligências efetuadas não só em casa do suspeito como na casa dos seus pais e da ex-namorada permitiram recuperar peças de louça Companhia das Índias, pratas antigas e até uma tela. Alguns dos objetos ainda estariam escondidos dentro de sacos.
    O furto de peças
    A reabertura do processo relativo a este roubo de peças de arte começou a desenhar-se quando surgiram as primeiras notícias dando conta de que o suspeito de Aguiar da Beira teria namorado com uma veterinária de Arouca, com quem tem uma filha de dez anos.
    E a ligação foi feita de forma muito simples, uma vez que as obras de arte desapareceram da quinta do Alentejo onde a veterinária trabalhava. “A ex--namorada trabalhava naquela quinta, sobretudo com os cavalos”, explicou ao i uma fonte conhecedora do caso.
    Os investigadores do Departamento de Investigação e Ação Penal de Lisboa estarão convencidos de que a ex-namorada de Pedro Dias, bem como os pais do suspeito, nunca tiveram qualquer conhecimento do furto, apesar de as peças terem sido encontradas durante as buscas às habitações do seu círculo familiar mais próximo e à da ex-namorada.
    Roubo ajuda a traçar perfil
    Os novos dados que alegadamente colocam Pedro Dias como o suspeito deste “novo” crime são relevantes para a investigação aos homicídios, uma vez que ajudam a traçar a sua personalidade e a desvendar um pouco mais sobre o homem que a 11 de outubro iniciou uma fuga que viria a durar 28 dias – após ter alegadamente matado um agente da GNR e um civil e tentado matar outras duas pessoas. Depois dos crimes iniciais, Pedro Dias fez ainda vários reféns e chegou a ameaçá-los de morte e a agredi-los com muita violência.
    Ainda na fuga terá usado diversos veículos que roubava e entrado em diversas habitações, com uma experiência que as autoridades acham cada vez mais natural.
    Ex-namorada não sabia É a tese que a investigação assume como mais provável: apesar de ser a mãe da filha do suspeito e de o conhecer bem – havendo até notícias de que apresentara queixas por violência doméstica – tudo aponta para que a médica veterinária desconhecesse por completo que foi o ex-namorado que ficara na posse de material roubado da quinta do Alentejo onde trabalhava. O mesmo se aplica aos pais do suspeito.
    O Ministério Público acredita que o esquema terá sido posto em prática sem que o círculo familiar mais próximo tenha tido qualquer informação, não tendo sequer questionado o aparecimento das peças que agora foram apreendidas – algumas delas ainda acondicionadas dentro de sacos.
    Sobrevivente com segurança
    Nos últimos dias têm sido noticiados os cuidados extremos com a segurança em todo este caso. O militar da GNR que sobreviveu aos disparos de Pedro Dias na madrugada de 11 de outubro está atualmente com segurança reforçada em casa. O Tribunal da Guarda considerou que poderia correr risco de vida ou ser pressionado para alterar a sua versão dos factos, o que colocaria em causa o processo – dado que António Ferreira é uma testemunha-chave.
    O militar terá dois elementos da GNR à porta da sua casa para o proteger, algo que deverá prolongar-se até ao julgamento. De acordo com o seu depoimento inicial,_naquela madrugada, Pedro Dias tentou lançar confusão sobre a autoria dos crimes pedindo-lhe – após o assassinato do colega – que solicitasse informações à central sobre pessoas que nada tinham a ver com o caso. Possivelmente para que as suspeitas do duplo homicídio se centrassem nessas pessoas, disse o militar.
    António Ferreira descreveu Pedro Dias como uma pessoa com “atitude calculista, enorme calma e frieza”, justificando que, após o assassinato do colega, o suspeito ainda terá tentado matar mais guardas, algo de que foi demovido com a informação de que o posto da GNR local tinha sistema de videovigilância.
    Pedro Dias em Monsanto
    A segurança em torno daquele que foi considerado o homem mais procurado de Portugal durante quase um mês também foi pensada ao pormenor.
    Além dos cuidados acrescidos com possíveis movimentações que possam existir no exterior com vista a limitar ou mesmo anular a versão do militar sobrevivente, também dentro da prisão os cuidados estão a ser redobrados.
    Pedro Dias, que está indiciado por dois homicídios, três tentativas de homicídio, três sequestros e um roubo – a que agora se somam as novas suspeitas de roubo no Alentejo – está atualmente na prisão de Monsanto.
    O suspeito de Aguiar da Beira está sozinho numa cela e é monitorizado a toda a hora, com revistas quando vai e volta do recreio – onde apenas fica curtos períodos diários.

    In:Pedro Dias é também suspeito de crimes mais antigos


    ____________________________
    Não coitado do Sr. Então agora tudo o que desaparece... foi ele que roubou????




  7. #7
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    PSP TENTOU PRENDER PEDRO DIAS, MAS O MP NÃO O PERMITIU



    A PSP pediu ao Ministério Público a emissão de um mandado de prisão para Pedro Dias, no âmbito de um caso de violência doméstica, alegando que ele era “perigoso”. Mas o MP recusou.

    Este dado é avançado pelo Correio da Manhã que realça que, em 2009, o Ministério Público “travou” a prisão de Pedro Dias, depois de a PSP ter solicitado que fosse detido, considerando que era “um homem perigoso”.
    Em causa está um processo em que era acusado de “perseguir e torturar a ex-companheira”, refere o CM, considerando que esta, uma veterinária, “vivia absolutamente apavorada” e que seria “sujeita a verdadeiros actos de tortura”.
    Mas o MP recusou a detenção, considerando que o Termo de Identidade e Residência “era suficiente”.
    Pedro Dias, que é suspeito de ter matado duas pessoas em Aguiar da Beira, acabou por ser condenado pelo Tribunal de Aveiro a uma pena suspensa.
    O CM atesta ainda que o homem de 42 anos foi “definido como sociopata” no processo e que “tentou manipular os testes médicos”.
    De acordo com o mesmo jornal, o homicida também “teve problemas” com a primeira mulher, com quem esteve casado durante dois anos e meio.
    A esposa terá contraído um empréstimo de 25 mil euros, feito apenas em seu nome, para Pedro Dias comprar uma quinta, mas este nunca lhe terá pago o dinheiro, acabando por ser condenado a pagar metade do valor à ex-mulher.
    Neste momento, o suspeito, acusado de dois homicídios qualificados e três na forma tentada, está em preventiva na prisão de Monsanto, em Lisboa.

    In: PSP tentou prender Pedro Dias, mas o MP não o permitiu - ZAP

  8. #8

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    Gente porreira. Preocupações para que? Não faz mal a uma mosca! Coitado só o perseguem.

  9. #9

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    Quando não há novidades vão-se buscar factos antigos (e não confirmados) Lol
    Correio da manhã no seu melhor!!!

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